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A Objetividade dos Valores

«Os valores não existem, pelo menos da mesma forma que as pedras e os rios. Considerado à margem dos sentimentos e dos interesses humanos, o mundo parece não incluir quaisquer valores. […] Este é o «argumento metafísico»: as opiniões éticas

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Diversidade cultural – A história dos Nacirema

«As crenças e práticas mágicas dos Nacirema apresentam aspetos tão invulgares que parece apropriado descrevê-los como exemplo dos extremos a que pode chegar o comportamento humano. Trata-se de um grupo norte-americano que vive no território entre os Cree do Canadá,

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A Subjetividade dos Valores

«As questões sobre «valores» – isto é, sobre o que é bom ou mau em si, independentemente dos seus efeitos – estão fora do domínio da ciência, como os defensores da religião afirmam veementemente. Eu penso que nisto têm razão,

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Quais são os valores contemporâneos?

«No passado, os Homens tinham certezas religiosas e morais. Toda a vida individual e social estava organizada em redor dessas crenças sagradas. Os seus símbolos de pedra, os monumentos religiosos, sobreviveram aos milénios. Tal como as estátuas dos deuses, os

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O que são valores?

«O que são valores? Dizemos que os valores não existem por si mesmos: necessitam de um depositário sobre o qual descansam. Aparecem-nos, portanto, como meras qualidades desses depositários: beleza de um quadro, elegância de um vestido, utilidade de uma ferramenta.

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A distinção Facto/Valor

Quer na tradição filosófica, quer no discurso comum, é frequente o recurso à distinção facto/valor ou a uma separação rígida entre juízos de facto e juízos de valor. No domínio da ética, ela encontra-se bem presente na crítica de Hume

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #6

«O que um conjunto de frases quer dizer é uma questão de convenção. O que se segue de um conjunto de premissas não.» Thomas Nagel, A última palavra, tr. Desidério Murcho, Gradiva, p.53.

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #4

A noção familiar de que o relativismo se refuta a si mesmo continua válida apesar da sua familiaridade: não podemos criticar algumas das nossas próprias pretensões racionais sem usar a razão noutro momento qualquer para formular e apoiar essas críticas.

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #5

Tudo depende do resultado desta disputa peculiar pela última palavra. O subjectivista quer dar a última palavra ao reconhecimento de que as justificações param no interior da nossa linguagem e das nossas práticas. Eu quero dá-la às próprias justificações, incluindo

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #3

O pensamento reconduz-nos sempre ao uso da razão incondicional se tentarmos colocá-lo em causa em termos globais, porque não podemos criticar algo com coisa nenhuma; e não podemos criticar o mais fundamental com o menos fundamental. A lógica não pode

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