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O que é a intencionalidade?

A noção nuclear na estrutura do comportamento é a noção de intencionalidade. Dizer que um estado mental tem inten­cionalidade significa apenas que ele é acerca de alguma coisa. Por exemplo, uma crença é sempre uma crença de que tal e

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Acção

O que é uma acção? Aquilo que é feito intencionalmente por alguém; um acontecimento que resulta directamente da vontade de um agente Uma pessoa pode causar um acontecimento sem que o tivesse previsto, desejado ou controlado (como quando chuta uma

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A especificidade da acção humana e os seus atributos

Deixando de lado alguns usos puramente técnicos da palavra “acção” (por exemplo, acção como participação no capital de uma empresa), o núcleo significativo da palavra estriba na produção ou causação de um efeito. A palavra “acção” emprega-se às vezes para

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Como [a quem e de quê] atribuir responsabilidade?

A identificação do autor com uma acção não é um acto negligen­ciável; em certas circunstâncias constitui mesmo uma operação muito complicada. 1. No caso das acções simples ou “básicas” (Danto), esta atribuição não constitui problema algum. Eu não pergunto quem

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Condicionantes da acção humana

Esta expressão, muito usada nas nossas aulas, não deve fazer esquecer a distinção entre o problema metafísico da liberdade da nossa acção, dos problemas políticos, sociais, históricos, religiosos, etc, que condicionam a nossa liberdade. Todos sabemos que possuímos limites. Uns

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Publicado em Filosofia da ação, Metafísica

Condicionantes da acção humana

«A vida do homem forma um ‘todo’, de tal modo que cada um dos nossos actos leva em si o peso de toda a vida. Nos primeiros anos todas as perspectivas estavam abertas e o número de possibilidades era praticamente

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Condicionantes da acção humana

«O Homem é livre no seu querer e actuar, mas ele não é absolutamente livre sem limites e restrições. A compreender assim a liberdade, a essência do homem, tal como a experimentamos na nossa existência concreta, teria de ser redefinida.

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Acção voluntária e acção involuntária

Entre as coisas que realizamos, umas fazemo-las voluntariamente, porque queremos fazê-las; outras fazemo-las sem querer. Fazemos voluntária ou intencionalmente as coisas que fazemos querendo fazê-las, com conhecimento e de propósito. Nestes casos dizemos que temos a intenção ou o propósito

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Intenção e motivo

Intenção e motivo são noções conexas; o motivo é motivo de uma intenção (…). A relação é tão estreita que, em certos contextos, motivos e intenções são indiscerníveis, em particular quando a intenção é explícita. (…) A intenção responde à

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Publicado em Filosofia da ação, Glossário

Actos gratuitos

No célebre romance de André Gide, Les caves du Vatican, o herói, um jovem muito imaginativo, quer provar a si próprio que se podem executar certos actos sem qualquer razão válida. Tais actos não teriam fundamento senão em si próprios.

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