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A Existência Precede a Essência

«Consideremos um objeto qualquer que seja manufaturado; por exemplo, um livro ou um corta-papéis – eis um objeto que foi feito por um artesão cuja inspiração veio de um conceito. Ele referiu-se ao conceito de corta-papéis e também a um

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O Livre-Arbítrio

Do facto de o meu comportamento poder ser explicado, no sentido em que pode ser subsumido sob uma lei da natureza, não se segue que estou a agir sob coação. Se isto for correto, dizer que eu poderia ter agido

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Não Há Vontade Absoluta ou Livre

«Na mente não há vontade absoluta ou livre. A mente é determinada a ter uma ou outra volição por uma causa, que é também determinada por outra causa, e esta por outra, e assim por diante ad infinitum. […] A

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Deus e a Filosofia, por Étienne Gilson

Gilson analisa o papel que a ideia de Deus tem no pensamento filosófico e na cultura ao longo de diferentes épocas, através dos diferentes argumentos acerca da sua existência, naquilo que pode ser considerado pelo autor como uma das mais

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Daniel Dennett sobre Determinismo e Libertismo

Dennett: O determinismo não é um problema. O que queremos é liberdade, e liberdade e determinismo são inteiramente compatíveis. De facto temos mais liberdade se o determinismo for verdadeiro do que se não for. REASON: Porquê? Dennett: Porque se o

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #6

«O que um conjunto de frases quer dizer é uma questão de convenção. O que se segue de um conjunto de premissas não.» Thomas Nagel, A última palavra, tr. Desidério Murcho, Gradiva, p.53.

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #5

Tudo depende do resultado desta disputa peculiar pela última palavra. O subjectivista quer dar a última palavra ao reconhecimento de que as justificações param no interior da nossa linguagem e das nossas práticas. Eu quero dá-la às próprias justificações, incluindo

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #4

A noção familiar de que o relativismo se refuta a si mesmo continua válida apesar da sua familiaridade: não podemos criticar algumas das nossas próprias pretensões racionais sem usar a razão noutro momento qualquer para formular e apoiar essas críticas.

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #3

O pensamento reconduz-nos sempre ao uso da razão incondicional se tentarmos colocá-lo em causa em termos globais, porque não podemos criticar algo com coisa nenhuma; e não podemos criticar o mais fundamental com o menos fundamental. A lógica não pode

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #2

Comecemos com o tipo [de subjectivismo] grosseiro: o qualificativo relativista – «para mim» ou «para nós» – tornou-se quase um acto reflexo e, com alguma base vagamente filosófica, generaliza-se frequentemente, interpretando-se a maior parte das discordâncias profundas em matéria de

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