Que lógica para o ensino secundário de Filosofia?

Dissertação de mestrado de Miguel, Ricardo Jorge Raimundo, publicada em http://hdl.handle.net/10451/8493

 

O ensino de lógica no secundário está determinado pela opção, dada pelo Programa de Filosofia, entre leccionar lógica aristotélica ou lógica proposicional. Na prática esta opção é quase inexistente para a maioria dos professores, pois, por várias razões que abordaremos, quase só leccionam lógica aristotélica. Esta situação resulta na desmotivação dos alunos, no descrédito da disciplina e contribui activamente para a persistência de um ensino antiquado, formalista e sem rigor. Este relatório apresenta a nossa experiência da prática de ensino supervisionada, que contribuiu para a consolidação de tal ideia. Para o efeito foram escolhidas 9 aulas leccionadas sobre lógica aristotélica a três turmas do 11.º ano. A análise desta experiência e dos resultados é importante para a nossa discussão daquela opção programática. A conclusão alcançada é que esta opção não é pedagogicamente irrelevante, ao contrário do que é assumido no Programa de Filosofia, e que os professores deverão optar por leccionar lógica proposicional.

 

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Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 1995, é Professor no Ensino Secundário desde 1994/5 e Formador de professores, registo CCPFC/RFO-38329/17. Formador no Ensino Profissional desde 2001/2, com CAP nº EDF 8750/98 DN do IEFP. Mestre em Pedagogia do e-learning. Site pessoal: http://sergiolagoa.wordpress.com . Co-editor do projeto Corpo e Mente -- www.corpoemente.net Co-editor do site Mil Folhas -- http://www.milfolhas.net Contacto: aulas.sergiolagoa@gmail.com

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Publicado em Didática da Filosofia, Lógica

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