Os cem anos do Futurismo

Uma vasta programação agita a capital italiana no centenário do polêmico movimento. Exatamente um século após a proclamação do Futurismo, Roma propõe uma série de acontecimentos para precipitar a cidade no dinamismo e na fantasia criativa do movimento lançado pelo escritor italiano Filippo Tommaso Marinetti.

A partir da noite da última sexta-feira, as primeiras iniciativas da “Futuroma” estavam visíveis nas ruas da capital, com apresentações de 
pintura neofuturista, dança, música, e com uma instalação audiovisual 
criada especialmente pelo músico inglês Brian Eno.

Uma grande exposição no museu “Scuderie del Quirinale”, em colaboração com o Centro Georges Pompidou de Paris e a Tate Modern de Londres, contava com dezenas de obras – principalmente quadros – pertencentes à corrente do Futurismo.

Para homenagear a fantasia criativa de um dos movimentos artísticos mais  extraordinários do século XX, a prefeitura romana propôs até o dia 16 de  maio um rico calendário para fazer reviver um dos movimentos artísticos mais importantes do século XX.

O manifesto Futurista, de autoria de Marinetti foi publicado em Paris em  1909. Nesse primeiro de uma série de manifestos veiculados até 1924,  Marinetti declarava a raiz italiana da nova estética. Falando da Itália  para o mundo, o futurismo colocava-se contra o “passadismo” burguês e o  tradicionalismo cultural. À opressão do passado, o movimento se opôs a  glorificação do mundo moderno e da cidade industrial. A exaltação da  máquina e da beleza da velocidade, associada ao elogio da técnica e da  ciência, tornou-se emblemática da nova atitude estética.

Fonte: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1211&IdCanal=4&IdSubCanal=&IdNoticia=104050&IdTipoNoticia=1

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