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Dennett sobre Determinismo e Livre-arbítrio

DENNETT: O determinismo não é um problema. O que queremos é liberdade, e liberdade e determinismo são inteiramente compatíveis. De facto temos mais liberdade se o determinismo for verdadeiro do que se não for. REASON: Porquê? DENNETT: Porque se o

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O que é a causalidade intencional?

O tipo de causalidade que é essencial à estrutura da acção e à explicação da acção é a causalidade intencional. Os movimentos corporais das nossas acções são causados pelas nossas intenções. As intenções são causais porque fazem acontecer coisas; (…)

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O determinismo é insustentável

Com efeito, na sua forma clássica, o determinismo defende que todo o efeito possui uma causa situada na natureza. Esta causa é, ela mesma, necessariamente o efeito de uma outra causa também presente na natureza que, consequentemente, é por sua

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Uma defesa do livre-arbítrio

E chegamos assim à palavra fundamental de toda esta embrulhada: liberdade. Os animais (para já não falar nos minerais e nas plantas) não podem evitar ser como são e fazer aquilo que naturalmente estão programados para fazer. Não se lhes

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O quarto de Locke

A Filosofia parece ser um luxo: diz-se até que a ocidental nasceu do ócio, na Grécia Antiga. Porém, sem Filosofia, atravessaríamos a tempestade sem saber sequer se teria valido a pena, ou seja, sem qualquer noção do sentido das coisas.

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Deliberação, decisão e acção

Definidas que estão as acções voluntárias e involuntárias, segue-se agora a discussão acerca da decisão. A decisão é, na verdade, o que de mais próprio concerne a excelência e é melhor do que as pró­prias acções no que respeita a

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Publicado em Filosofia da ação, Glossário

A especificidade da ação humana e os seus atributos

Deixando de lado alguns usos puramente técnicos da palavra “acção” (por exemplo, acção como participação no capital de uma empresa), o núcleo significativo da palavra estriba na produção ou causação de um efeito. A palavra “acção” emprega-se às vezes para

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Como [a quem e de quê] atribuir responsabilidade?

A identificação do autor com uma acção não é um acto negligen­ciável; em certas circunstâncias constitui mesmo uma operação muito complicada. 1. No caso das acções simples ou “básicas” (Danto), esta atribuição não constitui problema algum. Eu não pergunto quem

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A crença no Livre Arbítrio é inultrapassável

«Na nossa discussão da intencionalidade concentramo-nos naquela forma de intencionalidade que consiste em intenções conscientes na acção, intencionalidade que é causal da maneira como a descrevi, e cujas condições de satisfação são que certos movimentos corporais ocorram e que ocorram

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Publicado em Metafísica

Acção voluntária e acção involuntária

Entre as coisas que realizamos, umas fazemo-las voluntariamente, porque queremos fazê-las; outras fazemo-las sem querer. Fazemos voluntária ou intencionalmente as coisas que fazemos querendo fazê-las, com conhecimento e de propósito. Nestes casos dizemos que temos a intenção ou o propósito

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