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Derrida e a Filosofia da Linguagem

Que relação existe entre as palavras e as coisas? Podem as palavras influenciar os objectos a que se referem ? Ou são-lhes permanentemente subordinadas? Mais uma animação da wisecrack.co.

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Fry e Laurie divagando sobre Filosofia da Linguagem

Conversas filosóficas e repletas de humor sobre a Linguagem. Só mesmo com Hugh Laurie e Stephen Fry.  

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Existencial Comics – Language Games: Philosophers Play Pictionary

E porque a Filosofia também se faz com humor, propomo-vos uma visita à página Existencial Comics.  Hoje, uma visão sobre Jogos de Linguagem.  

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Jacques Derrida e a Filosofia da Linguagem

Qual é a importância das palavras? Estas exercem influência sobre as coisas que representam ou são-lhes inevitavelmente subordinadas? Mais uma animação wisecrack.co com um vislumbre da filosofia de Derrida.

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O mundo de Sofia

Quem foram os primeiros filósofos? Como passaram do pensamento mítico ao racional? Quem sou eu? O que é o Eu? O que é o infinito? O que é o conhecimento? O cérebro humano é como um computador? E, afinal, quem

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #6

O que um conjunto de frases quer dizer é uma questão de convenção. O que se segue de um conjunto de premissas não. Thomas Nagel, A última palavra, tr. Desidério Murcho, Gradiva, p.53.

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Wittgenstein – A palavra como figura de xadrez

A pergunta «O que é realmente uma palavra?» é análoga à pergunta «O que é uma figura de xadrez»? Wittgenstein, Investigações filosóficas, tr. M.S. Lourenço, Gulbenkian, I parte, § 108. Blogue em http://paginasdefilosofia.blogspot.com

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Wittgenstein – afirmar vs. hesitar

Não consideres uma afirmação hesitante como uma afirmação de hesitação. Wittgenstein, Investigações filosóficas, tr. M.S. Lourenço, Gulbenkian, II parte, vii, § 24. Blogue em http://paginasdefilosofia.blogspot.com

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Wittgenstein – Explicação, descrição e problemas filosóficos

Correcto foi não deixar a nossa investigação ser uma investigação científica. A experiência de «que é possível, contra o nosso preconceito, pensar isto e aquilo» – seja o que for – não nos podia interessar. (a concepção pneumática do pensamento).

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Rorty e as obrigações morais #2

A existência destes dois lados [público/privado] (como o facto de podermos pertencer a várias comunidades e, assim, termos várias obrigações morais em conflito, bem como conflitos entre obrigações morais e compromissos privados) dá origem a dilemas. Teremos esses dilemas sempre

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