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Livre-arbítrio e determinismo na ação humana.

Uma dissertação de mestrado de Bárbara Viviana Moreira Monteiro, intitulado “Livre-arbítrio e determinismo na ação humana. Uma aplicação ao ensino de Filosofia no Ensino Secundário”, com orientação do Prof. Doutor José Meirinhos. Muito útil e interessante para professores do ensino

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Publicado em Páginas de Filosofia

Intenção

Ter uma intenção é estar num estado mental favoravelmente orientado parta concretizar (ou manter, ou evitar) um determinado estado de coisas. Esta noção herda, portanto, todos os problemas da intencionalidade. Um dos problemas específicos consiste em caracterizar a diferença entre

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Michael Sandel

Já se tornaram um clássico do youtube, mas as aulas de Michael Sandel na Universidade de harvard continuam a fazer sucesso e são muito úteis para estudantes de Filosofia. Eis a lista completa: Aula 01 – O lado moral do assassinato

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Publicado em Ética, Filosofia Política

Duel (1971), Steven Spielberg

O que é a ação? O que é uma cadeia causal? Existe determinismo na ação humana? Ou existe livre-arbítrio? Em que consiste a intenção? Somos responsáveis pelas nossas ações? Quais são as razões ou, desejos e motivações que nos levam

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Dennett sobre Determinismo e Livre-arbítrio

DENNETT: O determinismo não é um problema. O que queremos é liberdade, e liberdade e determinismo são inteiramente compatíveis. De facto temos mais liberdade se o determinismo for verdadeiro do que se não for. REASON: Porquê? DENNETT: Porque se o

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O que é a causalidade intencional?

O tipo de causalidade que é essencial à estrutura da acção e à explicação da acção é a causalidade intencional. Os movimentos corporais das nossas acções são causados pelas nossas intenções. As intenções são causais porque fazem acontecer coisas; (…)

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Intenção e motivo

Intenção e motivo são noções conexas; o motivo é motivo de uma intenção (…). A relação é tão estreita que, em certos contextos, motivos e intenções são indiscerníveis, em particular quando a intenção é explícita. (…) A intenção responde à

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Actos gratuitos

No célebre romance de André Gide, Les caves du Vatican, o herói, um jovem muito imaginativo, quer provar a si próprio que se podem executar certos actos sem qualquer razão válida. Tais actos não teriam fundamento senão em si próprios.

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