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Lição 1 – Lições de Metafísica

Vídeo da Lição 1 do Módulo 2 – Lições de Metafísica para o Ensino Médio – Prof. Dr. Sérgio Strefling/UFPel MOOC completo disponível em https://www.openlearning.com/filosofiaufpel/courses/eftd    

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Phineas Gage e a Base da Moralidade, por António Damásio

Corre o Verão de 1848. Estamos em Nova Inglaterra. Phineas P. Gage, 25 anos de idade e capataz da construção civil, aproxima-se de um precipício. Um século e meio mais tarde, a sua derrocada ainda será rica em ensinamentos. Gage

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Ensaio filosófico – trabalhos de alunos

Este é um trabalho efetuado por uma aluna já há alguns anos:   Ensaio Paula from Sérgio Lagoa

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Paradoxo da dicotomia – Zenão de Eleia

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O mundo de Sofia

Quem foram os primeiros filósofos? Como passaram do pensamento mítico ao racional? Quem sou eu? O que é o Eu? O que é o infinito? O que é o conhecimento? O cérebro humano é como um computador? E, afinal, quem

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Dennett sobre Determinismo e Livre-arbítrio

DENNETT: O determinismo não é um problema. O que queremos é liberdade, e liberdade e determinismo são inteiramente compatíveis. De facto temos mais liberdade se o determinismo for verdadeiro do que se não for. REASON: Porquê? DENNETT: Porque se o

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O que é a causalidade intencional?

O tipo de causalidade que é essencial à estrutura da acção e à explicação da acção é a causalidade intencional. Os movimentos corporais das nossas acções são causados pelas nossas intenções. As intenções são causais porque fazem acontecer coisas; (…)

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #2

Comecemos com o tipo [de subjectivismo] grosseiro: o qualificativo relativista – «para mim» ou «para nós» – tornou-se quase um acto reflexo e, com alguma base vagamente filosófica, generaliza-se frequentemente, interpretando-se a maior parte das discordâncias profundas em matéria de

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Thomas Nagel – Razão e relativismo #1

O tema da nossa discussão atravessa praticamente todas as áreas de investigação e chegou mesmo a invadir a cultura em geral: onde acabam a compreensão e a justificação? Será que acabam em princípios objectivos cuja validade é independente do nosso

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O determinismo é insustentável

Com efeito, na sua forma clássica, o determinismo defende que todo o efeito possui uma causa situada na natureza. Esta causa é, ela mesma, necessariamente o efeito de uma outra causa também presente na natureza que, consequentemente, é por sua

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